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Vamos Por Cor Nas Nossas Vidas...
  • Submitted: 8 years 3 months ago
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  • Taken date: 2009-06-05 21:41:12
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  • Original file: 800 x 612 px
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  • File size: 1.4 MB
Description:

Details

Submitted: 8 years 3 months ago

Date: Jun 5, 2009

File Size: 201.4 KB

Resolution: 800x612

Original Size: 1.4 MB

Exif

Camera: OLYMPUS IMAGING CORP. E-520

Exposure: 1/80  F: 5.6  ISO: 100

Program: Creative program

Metering Mode: Pattern

Compensation: 0

Focal Length: 42 mm

Flash: Yes

Date: 2009-06-05 21:41:12

Software: Adobe Photoshop CS3 Windows

Statistics

Comments: 4

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Comments: 4        Replies: 1

Marcio Negrão wrote in Jul 26, 2009, 12:39:10 AM

Bela menina muito expressiva em imagem com excelente tratamento P&B e bem escolhida opção de destacar o colorido das flores.

Carlos Sousa wrote in Jul 26, 2009, 9:35:47 PM

Eu, com este título e esta foto, escrevia um livro se fosse escritor! Há, nas palavras que a Cristina escreveu, para introduzir a sua foto (que convencionámos chamar título), um forte sentido indutor de uma interpretação da imagem fotográfica que nos veio propor aqui. Antes de entrar na minha interpretação, leitura e análise da foto, será uma boa oportunidade para opinar um pouco em volta da questão do título na fotografia (nesta ou noutra qualquer). Havendo uma linguagem fotográfica com formas expressivas próprias, com capacidade de se fazer entender por si, com autonomia artística assumida e conquistada há muito, fará sentido subverter, desviar a atenção do observador da essência, do âmago expressivo da fotografia, não constituirá o título uma muleta para valorizar ou esconder o essencial do conteúdo fotográfico? Não corre o risco o fotógrafo de condicionar e de certa forma ofuscar o seu próprio trabalho fotográfico, misturando linguagens e leituras. De facto e antes de tudo o fotógrafo corre um risco, ao titular a sua foto, cria um quadro de referência ao seu trabalho que pode ser condicionador da leitura e interpretação do observador da foto. O risco para mim é portanto no sentido redutor, poderá funcionar no lado da diminuição do alcance da imagem, poderá virar-se contra o fotógrafo. Mas, do mesmo modo que não vivemos numa redoma de vidro, do mesmo modo em que interagimos com o que nos rodeia, não existe hoje aliás nunca existiu uma arte “pura”, uma arte fora das outras artes, mais que nunca as artes tornam-se mais complexas, as artes apoiam-se, utilizam-se, interpenetram-se enfim coexistem. Mesmo o eremita sabia onde estava e sabia o que não queria, tinha portanto um quadro envolvente com o qual interagia nem que fosse pela solidão. A fotografia não vale por si, vale pelo modo como se integra no mundo mais vasto da expressão da vida, faz parte dela. A questão do título, para atalhar, é um “fait-divers”, cabe ao artista (o fotógrafo) decidir-se por ele ou não (atenção mesmo a ausência dele já é uma afirmação, um sinal, para o exterior) e cabe essencialmente a quem vê a fotografia aproveitar-se, utilizá-lo ou não, porque finalmente a fotografia vai ser observada e o que se pede, a quem olha à sua volta, é que esteja atento é que possua espírito crítico, portanto a solução da questão está do lado de quem observa, de quem vê a fotografia e não de quem a propõe (com ou sem título).
Posto este preâmbulo vamos à fotografia, desconheço se a Cristina aprecia ou não os meus comentários e se não aprecia, fica seguramente a gostar menos deles, face a este arrazoado.
Mas vou correr o risco de a fotógrafa gostar menos ainda dos meus comentários e não vou ainda directo à fotografia. Estamos numa sociedade masoquista temos muito, mas mesmo muito, para ser felizes e desperdiçamos, mais que nunca, essa possibilidade. Possuímos recursos, meios, capacidade mental, organização para podermos ser felizes mas desperdiçamos, uma parte importante do nosso esforço, em actividades laterais, em objectivos que nada têm a ver com bem-estar, em montar operações inúteis para enganar e enganarmo-nos, enfim a felicidade está logo ali e nós somos incapazes de ser felizes e enquanto isto gastamos, inutilizamos os recursos que temos para conseguir esse objectivo.
Uf! E chegamos ao título e à fotografia. A Cristina apresentou-nos uma interpretação para a fotografia que eu, enquanto observador, subscrevo e que é uma leitura ou melhor uma das leituras que pode ser induzida a partir dela. Fez bem a fotógrafo em pôr este título à fotografia.
Uma menina, a lembrar-nos a geração que vem atrás de nós, num p/b que destaca a sua atitude, pensativa, interrogadora, perante um mundo que está logo ali e que seria muito bom que conseguíssemos colorir tal qual a fotografia.
Um simbólico título para uma fotografia também carregada de muitos simbolismos.

Cristina Mestre replied:

Não gosto dos teus comentários...fico fascinada com eles!
A forma como escreves, a maneira como jogas com as palavras fazem de ti um duplo artista: da fotografia e da escrita.
Parabéns, obrigada e um beijo de amizade.

António Manuel Barquinha wrote in Apr 13, 2011, 1:01:15 AM

Original, com boa pose e técnica de apresentação...

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